31- Quando eu venho de Luanda

Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

Cœur:
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

O trago meu corpo cansado, coração amargurado,
Saudade de fazer dó
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

Cœur:
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

Eu fui preso à traição trazido na covardia
Que se fosse luta honesta de lá ninguém me trazia
Na pelo eu trouxe a noite na boca brilha o luar
Trago a força e a magia presente dos orixás
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

Cœur:
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

Eu trago ardendo nas costas o peso dessa maldade
Trago ecoando no peito o grito de liberdade
Que é grito de raça nobre grito de raça guerreira
Que é grito da raça negra, é grito de capoeira
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

Cœur:
Quando eu venho de Luanda eu não venho só
Quando eu venho de Luanda eu não venho só

 

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